
O texto a seguir talvez tenha um spoiler ou outro! Continue só se já viu o filme.
Trilha sonora(Hans Zimmer) digna de oscar, direção (Cristopher Nolan) que não há premio que que valha o tanto. Inception (aqui no Brasil, A origem, sei lá porque!) tem tudo para se tornar um novo clássico dos filmes. Os personagens são carismáticos, os cenários de deixar babando e as sequencias de tirar o folego, fazendo com que você vá parar na ponta da poutrona comendo as unhas.
E tudo isso se deve a incrivel maneira de como Cristopher Nolan leva toda a trama, sem deixar aqueles espaços chatos entre uma sequencia de ação ou outra. Todo os segundos do filme são muito bem aproveitados. As regras criadas são de tamanha complexidade que faz com que algumas partes sejam complicadas, como o inicio ou quando Dom tenta persuadir ao filho do dono da empresa a abrir o cofre (sou horrível pra lembrar nomes). E outra sequencia de ação memorável é a da luta no corredor em que, conforme o carro que eles estavam sacudia o corredor ( que era dentro do sonho) sacudia junto, fazendo com que eles fossem jogados para a parede e para o teto enquanto os dois carinhas lá trocavam socos (realmente, não presto para lembrar nomes).
A trilha sonora é outra atração a parte. Sons de trombetas ensurdecedoras tocando durante trocas de cenas em câmera lenta dão todo um diferencial ao filme. Algo que também mudou meu jeito de ver sobre trilha sonora era que, pra mim, trilha sonora boa tinha que ter um coral forte ao fundo. Se teve alguma voz, não ouvi, mas ainda assim ficou extremamente envolvente
Tirando esses dois itens, podemos citar também a fotografia que ficou fodastica. Por fim, A origem é um daqueles filmes que fogem ao comum de um filme de ação só de tiro, um ficção cientifica só com quilos e quilos de efeitos especiais e do qual o mocinho consegue superar seu antigo amor sem arrajar outra mulher (jurava que aquela menina entrometida ia ficar com ele) mas que, ainda assim, tem um pouquinho de romance.

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